Salvação é preciso porque nós caímos, e pela lei de Deus o castigo seria a morte. Como que ele conseguiu conciliar amor e justiça e nos tornar “agradáveis a si no Amado” para que nada nos impeça de chegarmos até ele? É! Ele fez um “novo e vivo caminho”, “rasgou o véu”, “riscou a cédula”, nos chamou de amigo, nos tomou por filhos, nos preparou um reino.
De que dependeu nossa salvação? Nossa salvação depende do amor de Deus, da obra de Cisto, do agir do Espírito Santo e de nossa fé. Cristo nos dá perdão, justifica e redime; O Espírito convence, regenera e santifica.
Digamos que um certo pai dissesse ao seu filho que não pegasse as laranjas do quintal do vizinho e o menino desobedecesse. Se esse filho viesse ao seu pai e, de joelhos, rogasse, em lágrimas, contritamente, que não lhe batesse, muitos pais teriam compaixão e voltariam atrás, não corrigindo seu filho. Temos de lembrar que após a queda Deus não poderia simplesmente esquecer a falha do homem, como se nada tivesse acontecido. Se Deus fosse o pai da história citada ele diria: Meu filho, eu tenho de bater em você como prometi, a não ser que eu apanhe em seu lugar. Pela sua Retidão Deus não poderia quebrantar a sua própria lei para beneficiar o homem, embora o amasse de verdade.
A situação do homem era amarga: “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. É nesse contexto que entra o amor de Deus. Mas como mudar essa situação? “Ao irmão ninguém pode remir (pois a alma eles é carríssima) e cessará a tentativa para sempre” (Sl. 49:7-8); “As nossas justiças são como trapos de imundície”, “as suas teias não prestam para vestes, os homens não poderão cobrir-se com o que fazem” (Is.59:6) e “quem de si mesmo ousaria aproximar-se de mim”. Mas Ele “admirou-se que não houvesse um justo sequer, e seu próprio braço trouxe a salvação”. Que dizer de Adão tentando cobrir-se com as vestes que fez. Deus logo lhe providenciou as vestes convenientes e para isso derramou o sangue de um cordeiro quer prefigurava Cristo, o único de quem podemos ter “vestes de salvação”.
Mas como luz no fim do túnel, Jesus, a “pedra de escape”, chamado por Deus (“porque ninguém toma essa honra para si”, Hb.5:4 ), levanta-se e diz: “Eis aqui estou para fazer a tua vontade ó Deus... nessa vontade é que temos sido santificados mediante a oferta do corpo de Jesus de uma vez por todas”... “sacrifícios e ofertas não quisestes, nem holocaustos e oblações pelo pecado, mas corpo me preparastes (Hb.10.5-10).
De que dependeu nossa salvação? Nossa salvação depende do amor de Deus, da obra de Cisto, do agir do Espírito Santo e de nossa fé. Cristo nos dá perdão, justifica e redime; O Espírito convence, regenera e santifica.
Digamos que um certo pai dissesse ao seu filho que não pegasse as laranjas do quintal do vizinho e o menino desobedecesse. Se esse filho viesse ao seu pai e, de joelhos, rogasse, em lágrimas, contritamente, que não lhe batesse, muitos pais teriam compaixão e voltariam atrás, não corrigindo seu filho. Temos de lembrar que após a queda Deus não poderia simplesmente esquecer a falha do homem, como se nada tivesse acontecido. Se Deus fosse o pai da história citada ele diria: Meu filho, eu tenho de bater em você como prometi, a não ser que eu apanhe em seu lugar. Pela sua Retidão Deus não poderia quebrantar a sua própria lei para beneficiar o homem, embora o amasse de verdade.
A situação do homem era amarga: “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. É nesse contexto que entra o amor de Deus. Mas como mudar essa situação? “Ao irmão ninguém pode remir (pois a alma eles é carríssima) e cessará a tentativa para sempre” (Sl. 49:7-8); “As nossas justiças são como trapos de imundície”, “as suas teias não prestam para vestes, os homens não poderão cobrir-se com o que fazem” (Is.59:6) e “quem de si mesmo ousaria aproximar-se de mim”. Mas Ele “admirou-se que não houvesse um justo sequer, e seu próprio braço trouxe a salvação”. Que dizer de Adão tentando cobrir-se com as vestes que fez. Deus logo lhe providenciou as vestes convenientes e para isso derramou o sangue de um cordeiro quer prefigurava Cristo, o único de quem podemos ter “vestes de salvação”.
Mas como luz no fim do túnel, Jesus, a “pedra de escape”, chamado por Deus (“porque ninguém toma essa honra para si”, Hb.5:4 ), levanta-se e diz: “Eis aqui estou para fazer a tua vontade ó Deus... nessa vontade é que temos sido santificados mediante a oferta do corpo de Jesus de uma vez por todas”... “sacrifícios e ofertas não quisestes, nem holocaustos e oblações pelo pecado, mas corpo me preparastes (Hb.10.5-10).
O que vem à sua cabeça quando se fala em Graça? Liberdade? Dádiva? Para Deus graça é morte, dor..... uma cruz!
Por oportuno vale lembrar que quando vamos a Deus pedir perdão estamos lhe dizendo: Deus eu te peço que o Senhor morra em meu lugar para que eu não tenha que sofre a conseqüência do meu pecado! Sim! Essa é a verdadeira interpretação. Às vezes pensamos que pedir perdão é pedir esquecimento. Quando a bíblia diz que “de graça sois salvos por meio da fé” devemos ter em mente que a maior expressão da graça de Deus é a morte de Cristo. Graça não é Deus fechar os olhos para o pecado e o esquece; antes, é “escolher os cravos” para não nos ver distantes de si.
Ser salvos pela graça é aceitar o sacrifício de Cristo par nos remir de todo o pecado, satisfazendo assim a justiça de Deus, que não deixa nenhum pecado sem punição, tornando-nos justos diante Dele.
Deus teve de entrar, então, num processo judicial para que pudesse resgatar o homem.
Ele mesmo era o juiz, que não abria mão da sua lei; Ele mesmo era o advogado, que não abria mão dos seus clientes. Como solucionar esse dilema?
Mesmo Jesus teve de atender aos requisitos de Deus para sacerdote e sacrifício como já estava demonstrado no V.T.: (Hb.7:11-28 e Hb.5:4-10)
-Cordeiro saem defeito, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores;
-Chamado por Deus;
-Capaz de se compadecer dos homens;
-Segundo a ordem de Melquisedeque;
-Com juramento e imortal.
“...E nos regenerou de novo”
É mesmo um plano infalível; não bastaria apenas o perdão dos pecados sem que o problema fosse tratado na sua fonte, que é a natureza humana herdada de Adão. E o que fazer? Reutilizar as bases já postas e reformar o homem? Jamais! Deus gerou o homem outra vez. E com qual natureza? Com sua própria natureza! Por Cristo, surgiu então uma nova geração. “E assim como trouxemos a imagem do mortal” – Adão, agora trazemos a imagem de Cristo, que é o nosso pai, pois está escrito: “eis-me aqui e os filhos que Deus me deu” (Hb.2:10-13)
O processo de regeneração começa e é possível com a morte e ressurreição com cristo. Morte porque não era possível refazer um novo homem sendo o velho ainda existente, pois “ não se põe remendo novo em panos velhos”, sendo necessário destruir o velho; e ressurreição para que o novo se levantasse em “novidade de vida”. Não mais escravizado pelo pecado, pois quem morre pagou a pena do pecado, mas livres para a justiça.
Mas baseado em qual princípio Deus podia fazer que o novo homem herdasse a natureza de Cristo? Ora, o mesmo princípio aplicado com Adão: “Assim como por meio de um só veio a morte sobre todos, assim por meio de um só veio a vida sobre todos” (Rm.5:17-19)
Conforme Rm.6:3-4 somos identificado com Cristo em sua morte e ressurreição. A morte indica a extinção do velho homem; e a ressurreição o nascimento do novo. Logo, estar na graça de Deus é morrer, é estar crucificado. Estando assim como pecarei? Então, justamente por estarmos na graça de Deus devemos ser incapazes de pecar. Descer da cruz é desfazer a eficácia do plano de Deus, não há salvação para quem desce da cruz!